Espaço técnico para mapa e imagens de campo
Reserve aqui mapa técnico, croqui georreferenciado ou foto aérea da ocorrência.
Investigação científica dos agroglifos brasileiros
O Projeto Esfera estrutura uma resposta científica e multidisciplinar aos agroglifos no Brasil, com protocolos rigorosos, tecnologia avançada e prontidão operacional, preservando evidências antes que desapareçam.
Compartilhe este projeto e ajude a fortalecer a ciência aplicada e a preservação de evidências.
Resumo Executivo
O Projeto Esfera nasce da necessidade de investigar agroglifos brasileiros com rigor científico. A equipe reúne pesquisadores de diferentes áreas para documentar, medir e analisar sinais físicos e eletromagnéticos observados em plantações, preservando evidências e dados.
A atuação é organizada para resposta rápida durante o período crítico de surgimento dos agroglifos no Sul do Brasil, com equipes prontas para deslocamento imediato e coleta padronizada. Poucos projetos no mundo operam com resposta rápida científica nesse nível.
Documento Oficial
Disponibilizamos uma única versão do documento completo.
O material reúne a visão institucional do Projeto Esfera, objetivos de pesquisa, metodologia de campo e laboratório, protocolos operacionais, regiões monitoradas, cronologia de atuação, equipe técnica e diretrizes de divulgação científica.
É o arquivo de referência para imprensa, parceiros e apoiadores que precisam entender com clareza o escopo e a profundidade da investigação.
Manifesto
O Projeto Esfera não busca conclusões fáceis. Nossa missão é documentar o que é observável, medir o que é mensurável e preservar dados antes que o tempo e o ruído os destruam.
Muitos dados relevantes já foram perdidos no passado por falta de protocolo e resposta rápida.
Investigamos agroglifos com metodologia científica, tecnologia de ponta e protocolos de campo que asseguram rastreabilidade. O fenômeno é complexo; nossa resposta também precisa ser.
Metodologia
Equipamentos 3D e sensores de alta precisão para mapear campos magnéticos e eletromagnéticos.
Trenas, níveis a laser e imagens multi-espectrais para documentação exata dos desenhos.
Comparação de amostras afetadas e não afetadas para detectar alterações biológicas.
Agilidade de deslocamento e isolamento imediato das áreas são críticos para evitar contaminação e perda de evidências.
O projeto mantém mente aberta, mas orientada por dados, com análise crítica, registro completo e protocolo padronizado de campo, ainda raro na ufologia.
Impacto
Integra técnicas de física, engenharia e biologia para analisar fenômenos complexos.
Registra ocorrências e dados que se perdem com o tempo e a curiosidade pública.
Fortalece a cultura científica e o diálogo responsável sobre o tema.
Ao apoiar o Projeto Esfera, patrocinadores participam da construção de conhecimento confiável e da preservação de dados que alimentam pesquisas futuras e debate público qualificado. Você participa ativamente da preservação científica do fenômeno.
Registro de Campo
As imagens de campo devem ser captadas no primeiro momento da ocorrência, com georreferenciamento, croqui e marcação dos pontos de coleta, preservando a cadeia de evidências para análise técnica posterior.
A evidência visual é o primeiro elo da cadeia científica. A prioridade é registrar cedo, antes de pisoteamento e perda de sinais.
O protocolo inclui retorno aos locais em ciclos seguintes para verificar vestígios e “marca fantasma”, comparando padrão geométrico, contexto da lavoura e consistência dos dados entre safras.
Linha do Tempo
Palestra com apoio da prefeitura de Ipuaçu com os agricultores locais para conscientização da importância da pesquisa.
Revisão de protocolos, treinamento e checagem dos equipamentos.
Mobilização imediata para coleta de dados e isolamento da área.
Processamento de amostras, interpretação de resultados e publicação técnica.
Cobertura de Campo
Pesquisar agroglifos é muito similar a uma investigação criminal policial. Quanto mais cedo chegar ao local e menos gente adentrar o recinto, mais evidências conseguimos preservar.
O monitoramento prioriza Ipuaçu (SC) e Prudentópolis (PR), com acionamento local para deslocamento emergencial, isolamento e início de coleta técnica.
A lógica do projeto nasce da recorrência histórica nessas regiões, especialmente no período de safra: como os registros voltam a surgir nesses polos, conseguimos manter uma ação previamente planejada, coordenada e mais rápida.
Espaço técnico para mapa e imagens de campo
Reserve aqui mapa técnico, croqui georreferenciado ou foto aérea da ocorrência.
Epicentro histórico no Oeste catarinense, com recorrência desde 2008.
Ponto crítico no Paraná, com registros relevantes e análises comparativas.
Base Histórica
O primeiro agroglifo brasileiro considerado autêntico surgiu em 09 de novembro de 2008, em Ipuaçu (SC). A base histórica abaixo resume os registros que orientam a operação atual.
Clique em cada ano para abrir o resumo completo com imagem de referência.
Primeiro registro considerado autêntico em Ipuaçu (SC).
Registro de “marca fantasma” em plantação alternada, reforçando a verificação em ciclos seguintes.
Prudentópolis (PR) apresentou um dos casos com análise laboratorial mais detalhada.
Retorno das ocorrências em Ipuaçu, retomando monitoramento intensivo.
Novo caso em Ipuaçu com avaliações de equipes e resultado inconclusivo.
Novo registro e destruição prematura da formação, reforçando a importância do isolamento rápido.
Rede de Divulgação
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Equipe
Equipe multidisciplinar com atuação científica e técnica.
Fundador do CIPEX, referência em pesquisa de campo e investigação ufológica.
Guarapuava • PR
Veterinário e perito criminal. Especialista em agroglifos desde 2008.
Curitiba • PR
Físico e consultor científico com experiência em análises laboratoriais.
Rio de Janeiro • RJ
Engenheiro agrônomo e civil, focado em análises de solo e plantas nos agroglifos.
Araquari • SC
Físico, pesquisador e professor em instrumentação e sistemas embarcados.
Medianeira • PR
Tecnólogo em eletroeletrônica industrial e consultor técnico do CIPEX.
Curitiba • PR
Pesquisador multidisciplinar e especialista em telecomunicações.
Curitiba • PR
Gestor de TI e ufólogo, com atuação em documentação e análise histórica.
Curitiba • PR
Tecnólogo em TI e marketing digital, com foco em análise de consciência.
Joinville • SC
Radialista e ufólogo, especialista em agroglifos desde 2008.
Xanxerê • SC
Especialista em Inteligência Artificial e Automação. Gestor de Tráfego e Sócio-fundador da GPTize IA.
Guarujá • SP
Programador na ID Agência Digital há mais de 17 anos, liderando Desenvolvimento de Sites e Suporte Técnico (editor do site NUFO - Notícias Ufológicas).
Rolândia • PRMedia Kit
Entregáveis previstos
Interesse
Envie e-mail para cipexbr@yahoo.com com o assunto “Interesse no Media Kit”.
O Media Kit já está disponível para download.
Versão atual com apresentação institucional, metodologia, cronograma, oportunidades de parceria e contatos oficiais.
Status: publicado.
Em 09 de novembro de 2008 foi registrado em Ipuaçu (SC) o primeiro agroglifo brasileiro considerado autêntico. No dia seguinte, outro registro relevante ocorreu em Ouro Verde.
Nos anos posteriores, os casos passaram a ser acompanhados de perto por pesquisadores em campo, consolidando Ipuaçu como referência da série histórica brasileira.
Em 2012, um agroglifo em Ipuaçu apresentou formação com maior complexidade e consolidou o monitoramento da chamada “marca fantasma” em safras posteriores.
O registro de 13 de outubro de 2012 destacou-se pela geometria (28 círculos menores e um maior interligado) e por ter sido observado no período da manhã, diferente do padrão noturno predominante.
O caso de Prudentópolis (PR), em 2016, reuniu medições de campo eletromagnético e análise laboratorial com achados relevantes para a investigação científica.
As leituras desse ciclo incluíram variações eletromagnéticas e resultados microbiológicos que reforçaram a necessidade de protocolos técnicos rápidos e coleta rigorosa no local.
Após um período sem registros fortes, 2022 marcou a retomada de ocorrências em Ipuaçu e a reativação de monitoramento intensivo em campo.
Esse retorno reorganizou a prontidão operacional da equipe para os meses críticos de safra e reafirmou a lógica de resposta planejada para a região.
Em 2024, um novo caso em Ipuaçu mobilizou equipes de análise. A avaliação técnica do caso foi mantida como inconclusiva no fechamento das leituras iniciais.
Em 14 de outubro de 2024, diferentes equipes foram a campo; houve divergência de avaliação entre grupos, reforçando a importância de padronização metodológica e comparação entre laudos.
Em 2025 houve novo registro em Ipuaçu, porém com destruição prematura da formação no mesmo dia, o que reforça a necessidade de isolamento rápido para preservar evidências.
No registro de 03 de novembro de 2025, a destruição antecipada dificultou a coleta completa e evidenciou, mais uma vez, a necessidade de conscientização local e acionamento imediato de isolamento.
Conheça a proposta, os objetivos e a visão científica do Projeto Esfera.
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Currículo estendido: Professor universitário, pedagogo (1992) e artista visual (2020). Especialização em Administração em Recursos Humanos (1994) e Magistério Superior (1996). Mestrado em Educação pela UFPR (2000) e Doutorado em Educação pela PUCRJ (2009). Pós-doutorando em linguagem (Letras) pela UEMS. Fundador do CIPEX (1982). Criou e ministrou cursos de ufologia em 1996 e 1998 nas Faculdades Integradas Espírita em Curitiba. Consultor e escritor da Revista UFO por mais de 20 anos. Conferencista em eventos nacionais e internacionais. Produtor de documentários “Discos Voadores Imprevisíveis e Polêmicos” (partes 1–4) e “Dossiê Chupacabras”. Autor de “Olhos de Dragão: reflexões para uma nova realidade” (2001) e “Estranha Colheita: mutilações humanas do insólito” (2018). Pesquisa de campo em casuística ufológica e abduções há mais de 40 anos e agroglifos brasileiros há 16 anos. Membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU).
Currículo estendido: Graduado em Medicina Veterinária pela UFPR (1986). Pós-graduado em Metodologia da Ciência pela Faculdade Espírita (1993). Mestrado Profissional em Gestão Ambiental pela Universidade Positivo (2011). Formação pericial pela Escola Superior de Polícia Civil (1990). Perito criminal (aposentado). Professor universitário, palestrante, co-editor e conselheiro especial da Revista UFO. Membro da CBU, fundador do IBEXO e membro do CBPDV. Especializado em pesquisa de agroglifos desde 2008.
Currículo estendido: Professor Titular do IME; coordenador de Pesquisa SE7/Engenharia Nuclear (DCT/Comando do Exército) desde 25/08/2021. Professor Titular do Departamento de Física da UFSCar até 25/08/2021. Engenheiro de materiais, Mestre (UFSCar, 1990) e Doutor em Física (UFSCar, 1995), Pós-Doutor no Center for Superconductivity Research. Associado Titular do IGHMB. Diretor do IEAE/UFSCar. Analisou amostras dos CropCircles de Prudentópolis e identificou ausência de vida microbiana nas dobras do caule do agroglifo de 2016.
Currículo estendido: Engenheiro Agrônomo (UDESC, 22 anos) e Engenheiro Civil (UDC, 11 anos). Pós-graduado em Estruturas e Geotecnia. Iniciou estudos de agroglifos em 2016, com coleta de amostras e análise de solo e plantas. Atua com foco em análises de solo e plantas nos agroglifos. Estudos publicados pela Revista UFO. Pesquisa precisão dos desenhos, eventos fabricados por Circle Makers e elaboração de pranchas técnicas e catálogo nacional sobre agroglifos.
Currículo estendido: Graduação em Física Lic. Plena (1996). Mestrado em Engenharia Elétrica e Informática Industrial (UTFPR, 2000). Experiência em métodos experimentais, instrumentação para partículas elementares e física nuclear. Atuação em tecnologia para educação a distância e projetos com microcontroladores. Docência em sistemas embarcados. Professor no Departamento de Ciência da Computação da UTFPR – Campus Medianeira.
Currículo estendido: Tecnólogo em Eletroeletrônica Industrial (FATEC-PR, 2007) com cursos suplementares em eletrônica industrial, microcontroladores, microprocessadores e inglês. Ministrante de cursos na UFPR e na FATEC-PR. Possui diversas patentes (PI0703210-2, PI090192-0, PI0900604-4, PI0604164-7 e PI0604164). Proprietário da Holostech Soluções em Eletrônica, responsável por mais de 100 protótipos para pesquisas acadêmicas e uso industrial. Membro e consultor técnico do CIPEX.
Com formação em Eletrônica (CREA 260252326-7), trabalhou na área de Tecnologia Aeronáutica como profissional de engenharia e manutenção da INFRAERO. Especializado em Telecomunicações, atuou junto à Gerência do Aeroporto Internacional Afonso Pena como responsável pelo Sistema de Radiocomunicação Digital, realizando administração, controle, operação, programação e manutenção de hardware e software das estações e rádios do aeroporto. Também foi responsável pelo processo de adequação das frequências do sistema à Resolução 628 da ANATEL.
Elaborou a Instrução para Controle de Equipamentos de Inspeção, Medição e Ensaios e o Programa de Manutenção de Sistemas Eletrônicos do Aeroporto Internacional Victor Konder. Foi responsável pela operação e manutenção dos transmissores NDB, rádios VHF Torre-Aeronaves, sensores e instrumentos de estações meteorológicas automáticas de superfície, estação VHF ATIS e gravador multipista Racal.
Atuou como suplente de fiscal no projeto de modernização da Torre de Controle (TWR) e do Controle de Aproximação (APP) do Aeroporto Internacional Victor Konder; membro da Comissão de Proteção contra Radiação e presidente da Comissão de Controle de Qualidade de Manutenção.
Prestou assistência ao Aeroporto do Bacacheri e ao CINDACTA II em suporte à radiocomunicação da Torre. É Técnico Especialista pelo Comando da Aeronáutica em telemetria de voo de alta precisão (DME), com habilitação também na manutenção e operação do VOR.
Prestou apoio técnico ao GEIV (Grupo Especial de Inspeção em Voo), com operação em solo de equipamentos de rádio-auxílio à navegação aérea durante procedimentos de aferição e testes em voo.
Na Ufologia, atua com abordagem científica e multidisciplinar buscando integrar ciência e espiritualidade. Em 1970 teve o primeiro de diversos avistamentos de OVNIs, iniciando pesquisas de campo sobre fenômenos ufológicos e paranormais. Atuou na Ufologia Científica e na Ufologia Avançada/de Contato, integrando o Centro de Pesquisas Ufológicas do Norte do Paraná e a Agência Antares de Ufologia Avançada.
Em 1975 iniciou observações astronômicas sistemáticas com telescópio e, em junho de 1979, filiou-se à União Brasileira de Astronomia. Desenvolveu atividades de ensino e divulgação em Astronomia, Exobiologia e Ciências Espaciais.
Ajudou a criar o Grupo de Astrofísica da UEL. Foi Diretor-Fundador do CEAL (Centro de Estudos Astronômicos de Londrina), contribuiu para a construção do Observatório Astronômico Leonel Moro e foi diretor do Departamento de Astronomia e Exobiologia do Campus Universitário Bezerra de Menezes, em Curitiba.
Foi responsável pela criação do Curso de Graduação em Física e Astronomia das Faculdades Integradas Espírita, primeiro curso do Brasil a incluir Exobiologia no conteúdo programático, aprovado pelo MEC. Também foi responsável pela reativação do NAPUR (Núcleo de Astronomia e Pesquisas Ufológicas do Roncador) e pelo projeto de seu observatório astronômico.
Desenvolve estudos em Parapsicologia, investigando a relação entre fenômenos ufológicos e paranormalidade. Entre os temas de estudo estão telepatia, apport, portais dimensionais e curas paranormais, com abordagem apoiada na Física moderna, especialmente na Mecânica Quântica e sua relação com a consciência.
Investigador dos agroglifos (Crop Circles), foi responsável pela descoberta e medição de anomalias magnéticas na formação de 4 de outubro de 2022 em Ipuaçu (SC), pesquisa amplamente divulgada pela mídia. Descobriu também anomalias eletromagnéticas no agroglifo de Prudentópolis (PR), de 27 de setembro de 2016, descoberta publicada na Revista UFO, no livro Agroglifos no Brasil e citada na sessão especial do Senado Federal de 24 de junho de 2022, em comemoração aos 75 anos do Dia Mundial da Ufologia.
Conferencista convidado em congressos nacionais e internacionais. Foi convidado do CTA em São José dos Campos para palestra sobre universo e civilizações extraterrestres a alunos do ITA. Também foi conferencista convidado pela Secretaria de Infraestrutura e Logística do Governo do Mato Grosso para a II Roda de Conversa com Gestores Aeroportuários, apresentando trabalho ao Cindacta I sobre interferência de UFOs na atividade aérea.
Autor de mais de 300 artigos em jornais e revistas e do livro Portais Dimensionais. Ministrou cursos e workshops sobre Ufologia, Astronomia e Parapsicologia. Foi repórter científico e editor da página de Ciência da Folha de Londrina, editor da coluna Universo Fantástico, consultor da revista Revolução da Energia, colaborador da Revista UFO e conselheiro da Revista Fenômeno UFO.
Membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e da diretoria da Agência Nacional e Internacional de Ufologia (ANUBIS). Participou do documentário Data Limite – O Despertar, colaborou com o programa 3ª Visão (Rede Bandeirantes) e foi produtor/apresentador do bloco De Olho no Céu no programa Grandes Enigmas do Universo (Rádio Eldorado do Paraná).
Currículo estendido: Gestor em Tecnologia da Informação e ufólogo desde 1997, especializado na relação entre governos e o fenômeno OVNI. Autor dos livros “UFOs no Espaço e na Lua” e “Noite Oficial dos OVNIs”. Conferencista e editor do portal Fenomenum. Membro do CIPEX desde 1998, ex-consultor da Revista UFO. Participou da audiência pública sobre Ufologia no Senado Brasileiro (2022).
Currículo estendido: Tecnólogo em TI e Marketing Digital. MBA em Cibersegurança e especialização em Neurociência e Física da Consciência. Atua em Marketing Digital, TI e Inovação. Editor de conteúdo para sites, vídeos e podcast. Ufólogo no GPUSC. Pesquisa abduções, paralisia do sono, manifestações espirituais e agroglifos (desde 2022).
Currículo estendido: Repórter e ufólogo, pesquisa ufologia desde a infância. Especialista em agroglifos desde 2008, com estudos sobre o fenômeno na Inglaterra. Acompanhou o caso Antônio Nelson Tasca; escreveu o prefácio da 2ª edição do livro “Um Homem Marcado por ETs”. Colaborador da Revista UFO. Representante do CIPEX no Oeste de Santa Catarina.
Currículo estendido: Profissional de tecnologia, analista de dados e pesquisador independente. Fundador da GPTize IA, empresa focada no desenvolvimento de agentes de Inteligência Artificial e soluções avançadas de automação. Possui sólida trajetória como Especialista em Gestão de Tráfego e Marketing Digital.
LinkedIn: linkedin.com/in/alexpaivadecampos
Currículo estendido: Programador na ID Agência Digital há mais de 17 anos, lidera Desenvolvimento de Sites e Suporte Técnico com foco em arquitetura web, WordPress, e-commerces, landing pages, manutenção e automações com Linux e ferramentas open source.
Na ufologia, é editor do NUFO (noticiasufologicas.com.br), evolução do projeto despertanews.com.br, onde conduz cobertura jornalística de UAP/OVNI com método editorial, verificação, documentos públicos e contexto histórico.
Também atua com IA generativa aplicada a produtos e conteúdo digital, com foco prático em automação, eficiência operacional e publicação.